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As constantes inovações técnicas na aquisição e processamento de imagem com câmara gama ou câmara de positrões, associadas ao desenvolvimento de fármacos para alvos e funções específicas, possibilitam a obtenção de uma informação morfo-funcional imprescindível no diagnóstico e terapêutica de um cada vez mais vasto conjunto de situações clínicas. O técnico de medicina nuclear participa na realização de exames de diagnóstico, por imagem ou radioimunoensaio, utilizando fármacos marcados com isótopos radioactivos e nas suas aplicações terapêuticas. As suas funções incluem o contacto directo com os doentes, a preparação e administração dos radiofármacos, a execução de diversas técnicas imagiológicas, a manutenção e a execução de um programa de controlo, de qualidade, laboratorial e instrumental, a preparação e a informação dos doentes, a adopção, a adaptação e o desenvolvimento de normas de protecção e segurança contra radiações. Dada a natureza da actividade, o técnico de medicina nuclear tem o seu papel no planeamento e execução do exame, na manutenção de padrões de qualidade estritas, no contacto humanizado com os utentes, integrado nas equipas que praticam esta actividade.
 | PROVAS DE INGRESSO | | | BIOLOGIA E GEOLOGIA OU FÍSICA E QUÍMICA OU MATEMÁTICA |  | PRÉ-REQUISITOS | | | Questionário Individual de Saúde/ Atestado Médico |  | DURAÇÃO DA FORMAÇÃO | | | 4 ANOS |  | GRAU CONFERIDO | | | LICENCIATURA |  | SAÍDAS PROFISSIONAIS | | | O técnico de medicina nuclear desempenha as suas funções em hospitais e clínicas privadas, podendo também enveredar por uma carreira de investigação e docência em instituições de ensino superior. |  | EMPREGABILIDADE | | | Segundo o Roteiro de Inserção na Vida Activa, aplicado em 2003/04 aos antigos alunos da ESTSP, 90,9% dos diplomados em Medicina Nuclear que responderam ao inquérito estão empregados na área do curso.
|  | PLANO DE ESTUDO | | | Plano de estudo(.pdf)
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